O Tejo têm-me surpreendido. Rio abaixo, vai-se escrevendo numa força indomável. E eu que tinha na definição de mim que sobre a força da água, os muitos anos e muitos mares de inverno já me tinham ensinado tudo o que eu precisava para nadar! E eu que me vejo a crescer por entre estas crianças, filhos, amigos, amigas, de skates no pés, de histórias para contar, e sei que em força indomável não há rio que se lhes aproxime! Domingo de feira Outubro, num momento de permanência que abriu espaço para contemplar o rio e a dádiva que é crescer em conjunto.