Há uma linguagem própria destes dois irmãos. Há vez que entendo, há vezes que não. Há vezes que facilita, há vezes que é só entropia. Há vezes que quase não se ouve, há vezes que parece música, e há vezes que não se ouve outra coisa. Há vezes que... Há uma linguagem própria destes dois irmãos. Há vez que entendo, há vezes que não. Há vezes que facilita, há vezes que é só entropia. Há vezes que quase não se ouve, há vezes que parece música, e há vezes que não se ouve outra coisa. Há vezes que... Há uma linguagem própria destes dois irmãos. Há vez que entendo, há vezes que não. Há vezes que facilita, há vezes que é só entropia. Há vezes que quase não se ouve, há vezes que parece música, e há vezes que não se ouve outra coisa. Há vezes que... Há uma linguagem própria destes dois irmãos. Há vez que entendo, há vezes que não. Há vezes que facilita, há vezes que é só entropia. Há vezes que quase não se ouve, há vezes que parece música, e há vezes que não se ouve outra coisa. Há vezes que...

Há uma linguagem própria destes dois irmãos. Há vez que entendo, há vezes que não. Há vezes que facilita, há vezes que é só entropia. Há vezes que quase não se ouve, há vezes que parece música, e há vezes que não se ouve outra coisa. Há vezes que deixo fluir, há vezes que interfiro, estilo pai seta. Entre estas vezes todas, mais fácil, mais difícil, é sempre contemplada. Aqui, conversas sobre o sabor do sal, praia de Sesimbra, pelo Dezembro, antes do jantar de Natal dos amigos do Meco.