Olhar sobre as Lezírias. Fez-me sentir que, em mim, onde há mudança, há crescimento.

O Tejo têm-me surpreendido. Rio abaixo, vai-se escrevendo numa força indomável. E eu que tinha na definição de mim que sobre a força da água, os muitos anos e muitos mares de inverno já me tinham ensinado tudo o que eu precisava para nadar! E eu que me vejo a crescer por entre estas crianças, filhos, amigos, amigas, de skates no pés, de histórias para contar, e sei que em força indomável não há rio que se lhes aproxime! Domingo de feira Outubro, num momento de permanência que abriu espaço para contemplar o rio e a dádiva que é crescer em conjunto.

Fim de semana de páscoa com festa de aniversário. Aqui, Ribeira d’Ilhas em pano de fundo a testemunhar a felicidade espontânea da partilha em família. Fim de semana de páscoa com festa de aniversário. Aqui, Ribeira d’Ilhas em pano de fundo a testemunhar a felicidade espontânea da partilha em família.

Fim de semana de páscoa com festa de aniversário. Aqui, Ribeira d’Ilhas em pano de fundo a testemunhar a felicidade espontânea da partilha em família.

Vejo-me muitas vezes nos lugares que já estive, assim como quem observa tranquilamente um horizonte, um lugar distante mas permanente. E dessa varanda vejo-me muitas vezes nos lugares onde vou estar, assim como quem deixa a permanência escrever sozinha com a relatividade do tempo. 

Saída no último fim de semana do ano, aqui numa conquista ao Castelo de Arraiolos. Não é propriamente um castelo muito sofisticado, é mais uma ruína, onde, inclusiva e desnecessariamente, se pode entrar de carro. Mas há qualquer coisa de história neste empedrado corado com um pôr do sol de Inverno que o esquecimento não consegue silenciar.  E foi isto que conquistámos. Fotografias, umas a pedido, outras de imprevisto, nas nossas várias combinações possíveis, e que escrevem também a nossa história do que é estar em família.

Memória a preto e branco. Há uma certa simplicidade nesta mesa corrida. A refeição dos mais novos, protegidos na sua pertença ao Grémio, num fim de semana de feira de Outubro. A lembrar qualquer coisa de inato no prazer de ser junto. Todos os dias. 

Memórias de fim de ano. Passeio noturno e luzes do telefone, num género de perdido controlado pelo meio de um pequeno bosque. Construção com sabor a maresia do Guincho.

Memórias do Natal. Foi a primeira fotografia da família que consegui tirar. Com o tempo, aprendi a ouvir a minha família, a não julgar. E a minha família, da maneira que sabe, aprendeu a ouvir-me de volta.

Ficou o Porto em nós. Lembrei-me porque hoje ao acordar tu dissestes-me que confiar é saberes que quero o melhor para ti. E eu disse-te que confiar é saber tu és exatamente o que fazes. Ficou o Porto em nós, confiamos.

Há uma linguagem própria destes dois irmãos. Há vez que entendo, há vezes que não. Há vezes que facilita, há vezes que é só entropia. Há vezes que quase não se ouve, há vezes que parece música, e há vezes que não se ouve outra coisa. Há vezes que... Há uma linguagem própria destes dois irmãos. Há vez que entendo, há vezes que não. Há vezes que facilita, há vezes que é só entropia. Há vezes que quase não se ouve, há vezes que parece música, e há vezes que não se ouve outra coisa. Há vezes que... Há uma linguagem própria destes dois irmãos. Há vez que entendo, há vezes que não. Há vezes que facilita, há vezes que é só entropia. Há vezes que quase não se ouve, há vezes que parece música, e há vezes que não se ouve outra coisa. Há vezes que... Há uma linguagem própria destes dois irmãos. Há vez que entendo, há vezes que não. Há vezes que facilita, há vezes que é só entropia. Há vezes que quase não se ouve, há vezes que parece música, e há vezes que não se ouve outra coisa. Há vezes que...

Há uma linguagem própria destes dois irmãos. Há vez que entendo, há vezes que não. Há vezes que facilita, há vezes que é só entropia. Há vezes que quase não se ouve, há vezes que parece música, e há vezes que não se ouve outra coisa. Há vezes que deixo fluir, há vezes que interfiro, estilo pai seta. Entre estas vezes todas, mais fácil, mais difícil, é sempre contemplada. Aqui, conversas sobre o sabor do sal, praia de Sesimbra, pelo Dezembro, antes do jantar de Natal dos amigos do Meco.